Categoria:Ciclismo

Upgrade no HeatMap

Desde abril de 2018, com a mudança do servidor, o projeto do heatmap ficou capenga. Inicialmente o banco de dados era o PostreSQL, e o servidor novo só possui MySQL. Além disso, o PGSQL lida de forma diferente com dados geográficos, o que me obrigou a repensar quase todo o banco de dados, pois as consultas convertidas ficaram incrivelmente demoradas.

Por fim, percebi que era mais rápido pegar do Strava todas as atividades outra vez do que migrar o banco de dados. Isso gerou uma mudança no funcionamento do sistema. Antes, as atividades vinham doações de usuários e de uns grupos que faço parte. Agora só tem atividade doadas. Então quem quiser colaborar, precisa clicar no botão “Adicionar atividades ao mapa” e seguir as orientações.

Na parte da programação, reescrevi quase tudo. Dessa vez fazendo uso do CodeIgniter como framework. Só depois que o código já estava adiantado é que descobri que a biblioteca para pegar as atividades do Strava em CodeIgniter estava em um estágio muito embrionário. A solução foi melhorar o código existente e devolver a comunidade. Tá aqui nesse link do GitHub.

O resultado final está no mesmo endereço de antes.

www.rafaelamorim.com.br/heatmap

Sobre os dados

Os dados coletados e armazenados são manipulados de forma automática e utilizados para fins estatísticos e de composição do mapa. Tanto o mapa quanto as estatísticas não fazem nenhuma correlação com o atleta que criou a atividade.

Em nenhuma hipótese, os dados aqui armazenados serão compartilhados ou vendidos. Toda a informação gerada aqui é de divulgação pública. O uso das informações é permitido desde que eu seja notificado via e-mail no endereço amorim@rafaelamorim.com.br.

HeatMap de atividade física

Em conversa com um vereador do município de Santana do Livramento (RS) sobre a falta de atenção do poder público municipal para os ciclistas da cidade, fiquei sabendo que não existem informações sobre o assunto. Em nossa conversa, comentei sobre o Strava Global HeatMap, uma iniciativa do Strava que, utilizando mapa do tipo heatmap, aplica cores mais intensas aos traçados com maior utilização. Porém tal site não é atualizado desde 2015 e segundo a empresa, não há interesse em atualizar tal mapa. Dessa data até hoje, muitas pessoas começaram a fazer e registrar suas atividades físicas. Sendo assim, os dados ali apresentados não representam o cenário atual. Daí surgiu a necessidade de construir uma ferramenta que permita aos gestores públicos, ou quem mais se interessar em ajudar o movimento ciclo ativista a obter dados atualizados sobre a nossa realidade.

Além de ver quais os pontos mais movimentados da cidade, é possível ver, através de gráficos, os dias e meses com maior número de atividade e distâncias percorridas. Conforme a necessidade, outros dados podem emergir.

Para acessar o mapa, acesse www.rafaelamorim.com.br/heatmap.

Após construir o sistema básico para registrar os dados e o mapa para o município de Santana do Livramento (RS) percebi que dados de outras cidades e outros tipos de atividades também foram capturados. Então inclui filtros para algumas cidades (ou regiões, dependendo do caso), atividades (caminhada, corrida e pedalada) e período (2015, 2016 e 2017).

Colabore com o mapa

Os primeiros dados adicionados ao mapa foram obtidos através das atividades dos atletas participantes de alguns clubes do Strava que estou acompanhando. Porém, a estrutura do Strava só divulga as ultimas 200 ultimas atividades registradas nos clubes, o que limita o desenvolvimento do mapa para períodos anteriores a criação do site (set/2017). Além disso, a quantidade de atletas que ingressam nos clubes não reflete a quantidade de atletas em uma localidade, já que a participação do atleta em clubes é opcional.

Como os meus dados serão manipulados?

Os dados coletados e armazenados são manipulados de forma automática e utilizados apenas para fins estatísticos e de composição do mapa. Tanto o mapa quanto as estatísticas não fazem nenhuma correlação com o atleta que criou a atividade. Em nenhuma hipótese, os dados aqui armazenados serão compartilhados ou vendidos.

Em nenhuma hipótese, os dados aqui armazenados serão compartilhados ou vendidos. Toda as informações geradas aqui (mapas e gráficos) são de divulgação pública. O uso das informações é permitido desde que o autor do trabalho seja notificado via e-mail no endereço amorim@rafaelamorim.com.br e que receba o devido crédito.

Como faço para doar minhas atividades?

Para iniciar o processo, clique no botão “Adicionar minhas atividades ao mapa” na lateral do site e siga as instruções que aparecerão. Inicialmente serão importados ao mapa as suas últimas 200 atividades. Periodicamente será executado um comando para importar ao mapa as suas novas atividades.

Obrigado pela colaboração!

Review da Caloi Aluminium

Desde março de 2014 tenho pedalado na Caloi Aluminium. Escolhi ela pelo preço e pelas boas indicações que li no post do fórum do site pedal.com.br. A compra foi pelo site do Netshoes e o processo ocorreu sem nenhum transtorno.

O manual da bicicleta é bastante claro quanto a capacidade de carga da bicicleta: 90 km kg. Como eu continuo com um peso aproximado de 120kg, a bicicleta precisou passar por upgrades já na chegada para aguentar o peso extra: aros com parede dupla (Vzan Aero. O original é simples), pedal de alumínio (os originais são de material plástico), cubo e raios reforçados (só na roda traseira). Ainda troquei o selim por um mais confortável. Como o meu objetivo é rodar só  em asfalto, troquei os pneus MTB por um liso (Kenda K-90).

Atualmente a bike está com cerca de 4450 km rodados, e muitas peças ainda são originais: câmbios, cubos e raio da roda da frente, mesa, pedivela, garfo e freios. Os manetes e trocadores foram trocados (para Shimano EF-65) com menos de 3 meses de uso por que os originais são fracos. Aguentam bem um passeio esporádico de fim de semana, mas fazendo de 200 a 400 km no mês, a coisa complica.

Para o próximos meses, o aro traseiro e os câmbios serão substituídos, já que fui desafiado a fazer uma cicloviagem de 400km em setembro. Em vias de conclusão, o suporte para o bagageiro e alforges DIY. Na posição original do bagageiro, as alforges encostam nos pés. Quando as alforges estiverem “homologadas” para uso, conto por aqui.

Texto 21/52 – Mapa cicloviário de Santana do Livramento e Rivera

mapaCicloviario

A alguns meses encontrei no site Transporte Ativo um mapa cicloviário do Rio de Janeiro.  O projeto é código aberto (embora não tenha uma declaração explicita no site) e então resolvi fazer a versão para o de Livramento e Rivera. O mapa está em constante atualização e pode ser acessado em http://mapa.rafaelamorim.com.br

Agradeço ao site VaDeBike.org juntamente com Nighto e Transporte Ativo que tornaram esta ferramenta acessível à todos. Quem quiser ver a lista de cidades mapeadas pode abrir o esse link. Quem quiser saber como funciona ou fazer o mapa de outras cidades, clique aqui.

Contribuições para a melhoria do mapa são sempre bem vindas. Entre em contato.

Texto 16/52 – Minha primeira (e a segunda também) cicloviagem

Estou para escrever esse texto desde março. E é em momentos assim que eu vejo como o #52Textos está atrasado 🙁

Na terça feira de carnaval (04/03/2014), ainda com a Winner Zeta, me aventurei em uma ciclo viagem. Nada grande, mas para quem estava com uns 123 Kg, sem preparo nenhum em pedaladas de mais de uma hora (ou 25km), foi algo assustador.

Saí de casa por volta das 9hs da manhã. Esse foi o primeiro erro. O segundo foi não ter levado filtro solar. Se seguir por essa linha, só listarei os erros. Melhor parar 🙂

Depois dos 45km o rendimento caiu absurdamente. Assim, considerando a demora, a falta de sinal do celular, falta de condicionamento físico, fui resgatado pela Cássia aos 74km de casa. Como estava muito cansado, nem reclamei. Coloquei a bicicleta no carro e fui para o almoço.

Ao todo foram 5 horas. Dessas, fiz 1hr de parada e em 4hs pedalando. Levei 2 garrafas de água, 1 de isotônico e 4 barras de cereal. Fui dosando a quantidade de isotônico a cada parada (1 gole curto no máximo) e meia barra de cereal a cada hora pedalada (mais ou menos).

Como não forcei o ritmo, no outro dia de manhã a sensação era que não tinha pedalado os 74 km. Mesmo não conseguindo chegar em Dom Pedrito, fui uma vitória pra mim.


Não satisfeito por não ter conseguido concluir a viagem de bicicleta, e desafiado convidado pelo cunhado, partimos no ultimo 7 de setembro. Dessa vez saímos às 06:00, mas ainda sim esqueci do filtro solar 😛


Na primeira ciclo viagem não gravei a pedalada pois fiquei com medo de ficar sem bateria. Mas em dupla tive coragem e gravei tudo. Obrigado Strava.

Recebemos lanche das equipes familiares no meio do caminho. O que foi ótimo, pois carboidrato só tinha nas barras de cereal e no isotônico, e chegou uma hora que isso já não estava enchendo a barriga 🙂

Nos últimos 20km o Estevam cansou muito. A bicicleta dele, com dupla suspensão, cansa MUITO MAIS do que a minha (que não tem suspensão nenhuma). Eu sei bem como é, pois passei isso na primeira ciclo viagem.

Depois de 8 horas entre pedal e descanso, chegamos a Dom Pedrito. A ida e volta completa no pedal ficou para outra data. Algumas fotos estão no post. As demais estão aqui (1ª ciclo viagem) e aqui (2ª ciclo viagem).

Texto 10/52 – Querem desmontar ela. É serio?

kombi-na-ciclovia
O desrespeito não é só aqui. Fonte: Diario Web

Li no jornal de domingo (06/07/2014)que o pessoal da Prefeitura ainda quer desmontar a ciclovia. Agora a ideia é que em alguns horários seja estacionamento e em outros, ciclovia.

Em outras cidades do pais vagas de carros estão sendo transformadas em ciclovias, para permitir que mais pessoas circulem de bicicleta com segurança. São Paulo está criando mais 400 km de ciclovias. Porto Alegre também se transforma para acolher os ciclistas e até o fim de 2015 contará com 50 km de ciclovias. Pelotas está investindo mais de R$ 73 milhões em projetos de mobilidade urbana e no final desse processo entre outras melhorias, a cidade contará com 20 km de ciclovias. Aqui se tem 4 km é muito.

Em outros países o numero de adeptos ao ciclismo é cada vez mais maior e mais cada vez mais incentivado.Na França, em caráter experimental, trabalhadores receberão €$ 0,25 por km para ir ao trabalho de bicicleta. A estimativa do governo é de uma economia de €$ 5,6 Bilhões na área de saúde. O projeto tem um custo de €$ 20 Milhões. A Alemanha construirá, esse ano, com 60 km de extensão, a primeira de sua projetada rede de autoestradas com 4 pistas exclusivas para ciclistas. E a União Européia foi favorável a ampliação da EuroVelo (informações em inglês e em português), a rede européia de ciclovias. A rede disponibilizará até 2020 70.000 km de ciclovias.

Mapa da Eurovelo. Fonte: Wikipedia
Acho que o uso da bicicleta nos centros urbanos é um caminho sem volta. Eu sou só comecei a pedalar por causa da ciclovia, em 2011. Aquela área só recebe atenção quando o mato cresce e impede de ver o lado de Rivera. E agora pode ser desmontada. Dá pra deixar isso passar assim?

Texto 3/52 – Sabe o que é URB-AL?

Quando pedalei até a eólica, e faltando 5km para chegar ao destino, uma placa me chamou a atenção. Além das informações turísticas naquela direção, um logo dizia URB-AL III. Como no site da prefeitura de Santana do Livramento não há nenhuma referencia (informar a população sobre o que acontece ainda não é o nosso forte), comecei a pesquisar. Olha o que descobri.

De acordo com um press release que encontrei:

URB-AL III (2009-2012) é um programa de cooperação descentralizada da Comissão Europeia cujo objetivo é contribuir para incrementar o grau de coesão social nas coletividades subnacionais e regionais da América Latina. Com um orçamento total de 64,4 milhões de euros não reembolsáveis, está integrado por 20 projetos de cooperação com impacto em 75 territórios (equivalentes a mais de 500 municípios) da América Latina, abrangendo uma população de uns 23 milhões de pessoas. URB-AL III tem cerca de 82.000 beneficiários diretos e 1,2 milhões de beneficiários semi-diretos. 
  
Dos territórios de execução do URB-AL III, 10 correspondem ao Brasil e supõem um investimento aproximado de 5,8 milhões de euros. No Brasil, o programa está presente em Pernambuco (projeto Políticas Locais de Prevenção da Violência em Áreas Urbanas); nos municípios de Alegrete, Quaraí, Rosário do Sul e Santana do Livramento (projeto URB-AL Pampa); Paraná (projeto EULAWIN); Ponta Porã (projeto Linha Internacional); São Paulo e Rio de Janeiro (projeto INTEGRATION); e Rio Grande do Sul (projeto COCAP).

Pedalando até a Eólica - 5

Na região de Livramento e Rivera, o URB-AL Pampa recebeu um aporte de mais de 3 milhões de Euros. Aqui foi realizado, segundo este documento:

  1. Política de desenvolvimento econômico sustentável
  2. Política de proteção ambiental
  3. Política local de educação e proteção ambiental
  4. Política local para fortalecimento da economia local
  5. Política local para o fortalecimento e promoção do turismo e do património cultural
  6. Política local para o meio ambiente
  7. Política local para turismo
  8. Política para desenvolvimento da ovinocultura
  9. Política para desenvolvimento do turismo
  10. Política para desenvolvimento rural
  11. Política para saúde no campo
  12. Programa de apoio municipal para os produtores de frutas e verduras
  13. Programa de modernização agrícola municipal
  14. Programa municipal para desenvolvimento rural

Dos projetos, conheço apenas o do mapeamento dos pontos turísticos. Desses, visitei apenas a Usina Eólica e tenho vontade de visitar o Vale del Lunarejo, que está no Uruguai. 

É uma pena que esse projeto não tenha recebido uma ampla divulgação do governo municipal. Uma placa aqui e outra acolá não é suficiente. O site oficial do projeto URB-AL Pampa já não existe mais. Mas algumas referencias ao projeto ainda existem. Coloco aqui o que eu encontrei:

Aglomerados urbanos em área protegida: métodos para promover o desenvolvimento socioeconómico da população com a tutela da natureza

Texto 2/52 – Pedalando e realizando pequenos sonhos

Confesso que passei a semana toda pensando (e tentando) escrever esse texto sem focar nas vivências desta (ou da outra) semana. Mas é dificil, quando a gente está em férias e tentando ficar o mais longe possível do computador. Assim, contarei uma pequeno sonho que alcancei nessas férias.

Pedalando até a Eólica - 3

Desde que (re)comecei a pedalar, ir a Usina Eólica pedalando foi um pequeno sonho que desejei realizar. Todo mundo fica achando que pedalar grandes distancias é coisa de maluco, mas como diz a Rita Lee no hino dos malucos “…nós, os malucos, vamos lutar, pra nesse estado continuar…”. Então como bom maluco que sou parti no fim do dia 3/01/2014 em direção a Usina. Combinei com a Cássia para ir me buscar depois 1 hora e meia de saida, pois não sabia se teria sinal de telefone para avisar quando chegasse lá e nem pernas para voltar.

 

O caminho é relativamente curto (cerca de 22km), destes 17km são em asfalto e os outros 5km em estrada de terra. A BR 293 (que liga Livramento a Quarai) não tem muito movimento, o que por um lado é uma segurança para o ciclista. Essa estrada possui looongas (mas não ingremes) subidas, e eu com uns 125 kg somados a uma bicicleta pesada (e que tem um amortecedor no quadro pra roubar um pouco da energia da pedalada) fizeram com que encarase as subidas a velocidades entre 7 e 10km/h. Nas descidas esse peso todo ajudou em algo e cheguei a 55km/h (segundo o velocimetro da bicicleta). Calcule o nível de adrenalina no sangue o_O

Pedalando até a Eólica - 1

 

Pedalando até a Eólica - 9

Quando cheguei na Usina Eólica, o centro de atendimento ao turista já estava fechado. Só havia um segurança por lá. E como estava sem água e com sede, perguntei se era possível ele abrir o portão para pegar água. Ele abriu o portão e depois de pegar água fiquei conversando com ele enquanto a Cássia não chegava pra me levar pra casa. As fotos que fiz nas paradas durante o trajeto estão neste álbum do flickr.

Agradeço publicamente a Cássia e a Malu (os amores da minha vida) pela paciência e pela assistência. Sem o apoio de vocês nunca teria começado essa maluquice 🙂

 

Algumas informações do trajeto, que foi gravado pelo app Google Minhas Trilhas:

  • Tipo de atividade: ciclismo
  • Distância total: 21,17 km (13,2 milhas)
  • Tempo total: 1:50:43
  • Tempo de deslocamento: 1:28:43
  • Velocidade média: 11,47 km/h (7,1 milhas/h)
  • Velocidade média de deslocamento: 14,31 km/h (8,9 milhas/h)
  • Velocidade máx.: 53,33 km/h (33,1 milhas/h)
  • Ritmo médio: 5:14 min/km (8:25 min/mi)
  • Ritmo médio de deslocamento: 4:12 min/km (6:45 min/mi)
  • Ritmo mais rápido: 1:08 min/km (1:49 min/mi)
  • Elevação máx.: 332 m (1089 pés)
  • Elevação mín.: 188 m (617 pés)
  • Ganho de elevação: 335 m (1100 pés)
  • Grau máx.: 14 %
  • Grau mín.: -11 %

Pedalando até a Eólica - 10

Gráfico da altimetria (gerado pelo site http://www.gpsvisualizer.com).

Pedalando até a Eólica - Altimetria

Pedalando e andando – Parte 2

OláHoje é dia 20/11 e já estou no 34o dia da aposta. Alguém vai perder essa. E estou indo bem, para quem não fazia exercicios por mais de 10 dias seguidos nos ultimos 15 anos 🙂

Me perguntaram se emagreci alguma coisa. Sinceramente não notei. E se emagreci por um lado o corpo compensou por outro reforçando a musculatura e a balança disse que continuo na casa dos 124 kg. Tenho mudado a alimentação? Não, mas tenho colocado lanches no meio do periodo, o que acaba fazendo que não tenha tanta fome nas refeições “grandes” (a não ser nos dias que estive fora, comendo pizza na janta). Nestes dias que estive fora tive 2 problemas. Um foi uma dor no tornozelo e a outra foi não estar com a bicicleta. O primeiro foi resolvido com uma ligação para a farmacia e o segundo foi resolvido de forma acidental. O hotel que fiquei fica a uma distancia razoável do local do curso. Então a caminhada valeu como dia pedalado 🙂

É isso. Quando chegar ao 60 dia coloco alguma novidade por aqui.

 

Abraços!

Pedalando e andando – Parte 1

A Cássia está certa em brigar comigo para comer menos e tentar ter uma vida saudável, mas não é fácil. E os culpados são tantos… Carregar quase 130 kg não é mole. Já to me sentindo na idade do condor :-)Construiram uma ciclovia a duas quadras de casa. E eu, boca grande, disse que se tivesse uma bicicleta, iria para o trabalho todo dia. A Cássia, num acesso de riso disse que pagava pra ver. E eu topei. Aposta feita, a ser cumprida quando tivesse a tal da bicicleta. Contei para o Tulon, que mui amigo me emprestou a bicicleta dele, que estava parada. Agora não tinha mais saida. Ou pedala ou perde a aposta.

Vou contar aqui o andamento da coisa. Assim fico com um registro para provar que não pulei nenhum dia. As regras (devidamente acordadas) são:

  • Duração de 90 dias.
  • Ida da manhã e volta a tarde contam 1 dia (meio dia transporte é o carro já que o sol é forte e o horário é curto);
  • Dia de chuva é dia de chuva 🙂 Não conta;
  • Fim de semana/feriado. 30 minutos de atividade fisica contam 1 dia;
  • Se esqueci de alguma regra, coloco depois aqui;

Dia -1 (28/09/2011)

Depois de preparar a bicicleta, dei uma volta. Pedalada noturna. Não me senti tão mal assim (uns 13 anos sem pedalar). Quase cai, quando a lingua quase enrolou na roda da frente…hehehe. Fui de casa até a unipampa e voltei. Tempo: 20 minutos na bicicleta, 20 empurrando ela.

 

Dia 0 (02/10/2011)

Até esse dia, tinha expectativa de ir-e-voltar meio dia. O sol estava forte, cansei na segunda quadra. Mas segui firme. Fui até a unipampa e voltei. Tempo pedalando/caminhando: 30 minutos.

 

Dia 1 (03/10/2011)

Amanheceu um dia frio. Botei uma jaqueta, boné, peguei a mochila e me fui. Cansei na esquina de casa. Pensei em voltar e desistir. Mas sou brasileiro e não desisto nunca. Fui indo. Se eu estivesse indo de F1, não tinha trocado tanto de marcha quanto troquei na bike. Levei 20 minutos pra chegar no campus. Depois de “estacionar” a bicicleta, fui pra cozinha do campus para me recompor. A dor de cabeça me deixou assustado. Depois passou. Acho que foi o frio.

De tarde, o clima estava mais agradável e a volta foi “tranquila”.

Tempo de bike no dia: 40 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

 

Dia 2 (04/10/2011)

O frio continuou. E nesse dia me abriguei mais. De novo cansei na esquina de casa, mas não cheguei tão mal assim no campus. A volta também foi tranquila.

Tempo de bike no dia: 35 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

 

Dia 3 (05/10/2011)

Conversando com a Cássia no dia 04, concordamos que deveria misturar pedalada + caminhada. Ai nesse dia tive a “jenial” idéia de vir ao meio dia para casa caminhando. Só que esqueci que no fim da tarde tinha que voltar para casa de bicicleta. Me detonei TODO. As 14hs não tinha força para caminhar dentro da minha sala…

A parte boa é que tive uma melhora na resistência física. Agora já canso na SEGUNDA esquina…hehe.

Tempo de bike no dia: 45 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

Tempo caminhando: 35 minutos

A jornada continua…