Rafael Amorim

Nuvens são para pássaros. Serviços são para Consumidores.

POR JUAN JIMENEZ

Eu me preocupo com nuvens. Eu comecei a me preocupar com elas quando eu tinha 14 anos. Eu tinha me candidatado para o meu primeiro emprego com o objetivo de cobrir os custos com minha educação. Eu pedi ao meu avô um empréstimo de $75 para os livros texto, os quais eu paguei completamente. O primeiro dia de aula envolvia sentar em uma sala cheia de pessoas que eram no mínimo uma década mais velhas do que eu. A introdução envolvia uma explanação sobre nuvens e os efeitos completamente destrutivos que elas poderiam ter em meu corpo.

A classe era uma escola base para o certificado de piloto privado do FAA. Ainda demorariam alguns anos antes que eu obtivesse minha licença, ou até mesmo voasse sozinho como um estudante, mas eu queria iniciar bem jovem de qualquer forma. Eu consegui um trabalho de meio expediente como o “menino de frente” da escola de aviação, abastecendo as aeronaves, completando os tanques de óleo e afastando os pássaros ao redor da pequena área de estacionamento. A primeira lição envolvia noções sobre o clima, tempestades e os tipos de nuvens quer deveriam indicar a qualquer piloto as áreas do céu a serem evitadas, além de figuras mostrando porque isso era uma boa idéia.

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