Rafael Amorim

ANUNCIO: Fórum Tchelinux de Software Livre em Santana do Livramento – dia 12 de Novembro de 2011

Olá pessoal

Tenho o maior orgulho em compartilhar com vocês o lançamento do site do Fórum TcheLinux de Software Livre Santana do Livramento, que será realizado no dia 12 de Novembro de 2011 no Centro Anglicano de Eventos – Instituto Livramento.

Maiores informações do evento e inscrições no site http://www.rafaelamorim.com.br/tchelinux

Abraços!

Pedalando e andando – Parte 1

A Cássia está certa em brigar comigo para comer menos e tentar ter uma vida saudável, mas não é fácil. E os culpados são tantos… Carregar quase 130 kg não é mole. Já to me sentindo na idade do condor :-)Construiram uma ciclovia a duas quadras de casa. E eu, boca grande, disse que se tivesse uma bicicleta, iria para o trabalho todo dia. A Cássia, num acesso de riso disse que pagava pra ver. E eu topei. Aposta feita, a ser cumprida quando tivesse a tal da bicicleta. Contei para o Tulon, que mui amigo me emprestou a bicicleta dele, que estava parada. Agora não tinha mais saida. Ou pedala ou perde a aposta.

Vou contar aqui o andamento da coisa. Assim fico com um registro para provar que não pulei nenhum dia. As regras (devidamente acordadas) são:

  • Duração de 90 dias.
  • Ida da manhã e volta a tarde contam 1 dia (meio dia transporte é o carro já que o sol é forte e o horário é curto);
  • Dia de chuva é dia de chuva 🙂 Não conta;
  • Fim de semana/feriado. 30 minutos de atividade fisica contam 1 dia;
  • Se esqueci de alguma regra, coloco depois aqui;

Dia -1 (28/09/2011)

Depois de preparar a bicicleta, dei uma volta. Pedalada noturna. Não me senti tão mal assim (uns 13 anos sem pedalar). Quase cai, quando a lingua quase enrolou na roda da frente…hehehe. Fui de casa até a unipampa e voltei. Tempo: 20 minutos na bicicleta, 20 empurrando ela.

 

Dia 0 (02/10/2011)

Até esse dia, tinha expectativa de ir-e-voltar meio dia. O sol estava forte, cansei na segunda quadra. Mas segui firme. Fui até a unipampa e voltei. Tempo pedalando/caminhando: 30 minutos.

 

Dia 1 (03/10/2011)

Amanheceu um dia frio. Botei uma jaqueta, boné, peguei a mochila e me fui. Cansei na esquina de casa. Pensei em voltar e desistir. Mas sou brasileiro e não desisto nunca. Fui indo. Se eu estivesse indo de F1, não tinha trocado tanto de marcha quanto troquei na bike. Levei 20 minutos pra chegar no campus. Depois de “estacionar” a bicicleta, fui pra cozinha do campus para me recompor. A dor de cabeça me deixou assustado. Depois passou. Acho que foi o frio.

De tarde, o clima estava mais agradável e a volta foi “tranquila”.

Tempo de bike no dia: 40 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

 

Dia 2 (04/10/2011)

O frio continuou. E nesse dia me abriguei mais. De novo cansei na esquina de casa, mas não cheguei tão mal assim no campus. A volta também foi tranquila.

Tempo de bike no dia: 35 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

 

Dia 3 (05/10/2011)

Conversando com a Cássia no dia 04, concordamos que deveria misturar pedalada + caminhada. Ai nesse dia tive a “jenial” idéia de vir ao meio dia para casa caminhando. Só que esqueci que no fim da tarde tinha que voltar para casa de bicicleta. Me detonei TODO. As 14hs não tinha força para caminhar dentro da minha sala…

A parte boa é que tive uma melhora na resistência física. Agora já canso na SEGUNDA esquina…hehe.

Tempo de bike no dia: 45 minutos (pedalando e/ou empurrando) aproximadamente.

Tempo caminhando: 35 minutos

A jornada continua…

Formulas matemáticas para um design perfeito

No site design.blog, achei esse post interessante sobre design. Coloco aqui uma introdução sobre o mesmo, e o link para a matéria na integra.

“Quando entrei pro mundo do design, achei que matemática não iria fazer parte do currículo – algo fantástico pra quem tem dificuldade com as contas mais básicas. Nunca estive tão enganado.

Matemática é tão importante no design quanto o sangue é pro corpo humano. E é graças a ela (a matemática, não o sangue) que o design existe em primeiro lugar. Sem matemática, não teríamos o círculo cromático, proporção áurea, regra dos terços, etc. E foi pensando nisso que decidi escrever este artigo, pra mostrar como a ciência exata é intimamente ligada ao design.”

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Nuvens são para pássaros. Serviços são para Consumidores.

POR JUAN JIMENEZ

Eu me preocupo com nuvens. Eu comecei a me preocupar com elas quando eu tinha 14 anos. Eu tinha me candidatado para o meu primeiro emprego com o objetivo de cobrir os custos com minha educação. Eu pedi ao meu avô um empréstimo de $75 para os livros texto, os quais eu paguei completamente. O primeiro dia de aula envolvia sentar em uma sala cheia de pessoas que eram no mínimo uma década mais velhas do que eu. A introdução envolvia uma explanação sobre nuvens e os efeitos completamente destrutivos que elas poderiam ter em meu corpo.

A classe era uma escola base para o certificado de piloto privado do FAA. Ainda demorariam alguns anos antes que eu obtivesse minha licença, ou até mesmo voasse sozinho como um estudante, mas eu queria iniciar bem jovem de qualquer forma. Eu consegui um trabalho de meio expediente como o “menino de frente” da escola de aviação, abastecendo as aeronaves, completando os tanques de óleo e afastando os pássaros ao redor da pequena área de estacionamento. A primeira lição envolvia noções sobre o clima, tempestades e os tipos de nuvens quer deveriam indicar a qualquer piloto as áreas do céu a serem evitadas, além de figuras mostrando porque isso era uma boa idéia.

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O Pavão e o Urubu

Tem um conto japonês milenar que é mais ou menos assim:

Em uma planície, viviam um Urubu e um Pavão. Certo dia, o Pavão refletiu:

– Sou a ave mais bonita do mundo animal, tenho uma plumagem colorida e exuberante, porém nem voar eu posso, de modo a mostrar minha beleza. Feliz é o Urubu que é livre para voar para onde o vento o levar.

O Urubu, por sua vez , também refletia no alto de uma árvore:

– Que infeliz ave sou eu, a mais feia de todo o reino animal e ainda tenho que voar e ser visto por todos, quem me dera ser belo e vistoso tal qual aquele Pavão.

Foi quando ambas as aves tiveram uma brilhante idéia em comum e se juntaram para discorrer sobre ela: cruzar-se seria ótimo para ambos, gerando um descendente que voasse como o Urubu e tivesse a graciosidade de um Pavão…

Então cruzaram… e daí nasceu o Peru:

QUE É FEIO PRA CARAMBA E NÃO VOA!!!

Moral da história:

” Se a coisa tá ruim, não inventa gambiarra que piora!!”

Então profissionais da área de TI, trabalhem sempre buscando qualidade nos projetos e serviços, um só erro pode afetar todo o processo.

Evite fazer gambiarras, um quebra galho aqui, pode gerar sérios transtornos ali.