Rafael Amorim

Texto 9/52 – Tá dificil de blogar nesse blog

Ainda estou tentando arrumar a parte administrativa do blogengine.net, que está apresentando erro desde o mês passado. Assim que resolvo ou acho uma solução, já que eu não sou o único. Aceito sugestões 🙂

Quem tiver interesse em saber o que é, adianto que ao abrir o painel administrativo, aparece:
Error loading trash
Error loading recent comments
Error loading draft pages
Error loading draft posts
Error loading packages
Em breve novos posts. Ou um novo blog. Prometo.

Texto 8/52 – O desfecho do post 7/52

Antes de mais nada preciso dizer que esse post complementa o Texto 7/52. Quem não leu o 7 vai demorar mais para entender esse 🙂

Corri a semana toda atrás dos descontos. Conversei com meio mundo, fui a meio mundo de lugares. Teve gente que anotou os números das leis para ler depois. Teve gente que não sabia e nos mandou falar com o Fulano, que nunca foi localizado. Ou me mandavam falar com gente que já tinha falado. Foi complicado.
E assim chegou o dia do evento. Fui a um dos pontos de venda. Já tinha desistido dos descontos. Encontrei o atendente quase na calçada. Em tom de comentário falei se ele sabia dos descontos pra idosos e estudantes. O cara disse que sim, mas que os meia entrada para estudantes foram vendidos no primeiro lote. Perguntei onde foram vendidos esses ingressos do primeiro lote para os estudantes. Ele não soube me dizer pois era de Bagé. Pena. Ai ele completou. Para idosos ainda tem meia entrada. Beleza. Preciso de um. 

E assim fomos no show. Não farei aqui um review do show. Não é a ideia deste post. Resumo dizendo que rimos muito. Ao fim do show, quem compra o livro e/ou o DVD ganha um autógrafo (e se quiser, fotos). A Malu enquanto estava na fila se preparou para dizer, dançar e cantar um monte de coisas para o Guri. Mas travou na hora que ficou frente a frente com ele não falou quase nada 🙂


Familia com o Guri
É isso!

Texto 7/52 – Onde fica o…

Sábado que vem, dia 22/03/2014 ocorre o show do Guri de Uruguaiana aqui em Santana do Livramento. Como a Malu adora ele, e considerando que ela é uma criança de 4 anos imaginei que ela pagaria meia entrada. Assim entramos em contato com um dos pontos de venda para ver se ela pagava entrada inteira ou meia entrada. Para minha surpresa, o pessoal me informou que ela paga entrada inteira. Os preços por pessoa não são tão altos assim (R$ 25,00 arquibancada e R$ 40,00 a cadeira), mas considerando que somos 4 pagantes, mais táxi para ir e voltar, lanche e/ou outras coisas que criança sempre quer, a conta no final fica salgada.

Tentei falar pra Malu que não ia dar pra ir, mas ela fez um drama de tal maneira que o pai de coração mole aqui não teve como dizer que não. Assim, o jeito foi estudar como reduzir essa conta. E eu acho que dá:

De acordo com a Lei 12.933(a Lei da meia entrada), Art 1º, parágrafo 2º “Terão direito ao benefício os estudantes regularmente matriculados nos níveis e modalidades de educação e ensino previstos no Título V da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que comprovem sua condição de discente, mediante a apresentação, no momento da aquisição do ingresso e na portaria do local de realização do evento, da Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), pela União Nacional dos Estudantes (UNE), pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), pelas entidades estaduais e municipais filiadas àquelas, pelos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs) e pelos Centros e Diretórios Acadêmicos, com prazo de validade renovável a cada ano, conforme modelo único nacionalmente padronizado e publicamente disponibilizado pelas entidades nacionais antes referidas e pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), com certificação digital deste, podendo a carteira de identificação estudantil ter 50% (cinquenta por cento) de características locais.”

Isso me dá direito a pedir 50% de desconto para a Malu (já que ela está na escola). Mas ainda está salgado.

Eis que, lá de vez em quando, a Lei está mais para ajudar que atrapalhar. A Lei 10.741 (Estatuto do Idoso), diz no Art. 23 que “A participação dos idosos em atividades culturais e de lazer será proporcionada mediante descontos de pelo menos 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para eventos artísticos, culturais, esportivos e de lazer, bem como o acesso preferencial aos respectivos locais.“. Como a Sogra já tem mais de 60 guizos anos, então também tenho direito de pedir mais 50% de desconto.

50% da Malu e 50% da Sogra, e eu vou economizar 1 ingresso. Resta saber quanta discussão esses descontos vão custar 🙂

É isso!
PS 1: Tentei umas quantas vezes retirar essas linhas da tabela, mas por falta de mais tempo não consegui. Acho que isso é incompetência minha culpa do tema do blog. Investigarei mais em breve… 

PS 2: Linkei a foto desta página

Texto 6/52 – Mais um texto tapa buraco?

É. Confesso que está difícil de arrumar tempo para escrever. E traduzir um assunto pensado em texto então é mais complicado que parece. Mas estou só umas 6 semanas atrasado. No #365Fotos cheguei a ficar 12 dias atrasado. Dá tempo até o fim do ano o_O

Atingi os 1000 km pedalados no ultimo sábado (22/02/2014). Considerando que instalei o odômetro em 25/12/2011, só demorei só 790 dias (obrigado Excel) para chegar aos 1000 km. O que dá uma média de 1,265822785 km por dia (obrigado Excel de novo..hehehe). Espero que consiga atingir os 2000 km ainda em 2014. Então tenho que rodar bastante. A meta de chegar na praia do cassino no próximo verão ainda está viva.

Quase 1000km
Assim como no ano passado, estou com vontade de trocar de bicicleta. Ano passado não troquei a bicicleta, mas fiquei com vontade 🙂
É isso!

Texto 4/52 – 4 anos de Unipampa….

No dia 22/01/2014 eu e mais uma porrada de colegas unipampeanos completamos 4 anos de Universidade. Parece que foi ontem que recebi do Pedro Conrad Jr. uma mensagem via MSN Messenger para olhar a lista de aprovados no concurso. A Cássia achou que era gozação minha quando disse a ela que tinha sido aprovado no concurso. E confesso que eu também demorei a acreditar na aprovação.

 
4 anos depois vejo que muita coisa mudou na Unipampa. E que muito mais coisa segue do jeito que era quando haviam pouco mais de 100 TAEs. Não vou enumerar aqui o que acho que mudou e o que não mudou pois este não é o foco do texto.
Antes da posse, em Bagé, conheci um cara lá de Caçapava, que tava mais perdido que eu. Conversando com ele descobri que era da área de TI. Também conheci uma colega que ia assumir no campus Livramento, e que achou a Malu a coisa mais linda (concordo com ela até hoje..hehehe). Via Internet conversei através do fórum do site PCI Concursos com alguns aprovados, que não tinham a menor ideia para onde iam. Até saber para onde iria (foram dias preocupantes), achava que se não ficasse em Livramento iria para Alegrete. Sorte a minha que fiquei aqui (e aprofundei mais as raízes que tinha na cidade).
No dia da posse, conheci pessoalmente um cara que só conhecia via internet. Esse cara estava conversando com outro novo colega, que iria ficar em Bagé mesmo. Eu fotografei os dois e o de Bagé me fotografou. Como ia enviar e receber as imagens sem anotar e-mail depois eu não tinha ideia. 9 ou 10 meses depois da posse resolvemos a questão (não achei a outra foto agora, depois atualizo o post). Conheci ainda meu chefe imediato e não conheci meu colega de setor. Esse cara fui conhecer uns dias depois da posse e a saída dele do campus Livramento me fez ficar com os olhos suados. Mas isso é para outro dia 🙂
 
 
Quando cheguei no campus não sabíamos por onde começar. Lembro que uma das primeiras tarefas que executamos foi organizar a rede, que rodava via wifi ligado a outro wifi e quando o primeiro trancava, todo mundo ficava sem internet. Não foi fácil resolver isso, principalmente a parte de furar laje de concreto e encarar os morceguinhos 🙂
 
Sinceramente, se vou me aposentar na Unipampa ou farei outro concurso (ou pedirei uma redistribuição), não sei. O amanhã é incerto demais. Por enquanto estou lá. É isso.
 
Em 2010 fiz um Photosynth do campus para comparar com outro Photosynth no futuro. Se a Microsoft não encerrar o serviço por falta de usuários (além do meu irmão e de mim não conheço outros usuários) em breve faço outro. Quem quiser ver clique aqui e aqui.

Texto 3/52 – Sabe o que é URB-AL?

Quando pedalei até a eólica, e faltando 5km para chegar ao destino, uma placa me chamou a atenção. Além das informações turísticas naquela direção, um logo dizia URB-AL III. Como no site da prefeitura de Santana do Livramento não há nenhuma referencia (informar a população sobre o que acontece ainda não é o nosso forte), comecei a pesquisar. Olha o que descobri.

De acordo com um press release que encontrei:

URB-AL III (2009-2012) é um programa de cooperação descentralizada da Comissão Europeia cujo objetivo é contribuir para incrementar o grau de coesão social nas coletividades subnacionais e regionais da América Latina. Com um orçamento total de 64,4 milhões de euros não reembolsáveis, está integrado por 20 projetos de cooperação com impacto em 75 territórios (equivalentes a mais de 500 municípios) da América Latina, abrangendo uma população de uns 23 milhões de pessoas. URB-AL III tem cerca de 82.000 beneficiários diretos e 1,2 milhões de beneficiários semi-diretos. 
  
Dos territórios de execução do URB-AL III, 10 correspondem ao Brasil e supõem um investimento aproximado de 5,8 milhões de euros. No Brasil, o programa está presente em Pernambuco (projeto Políticas Locais de Prevenção da Violência em Áreas Urbanas); nos municípios de Alegrete, Quaraí, Rosário do Sul e Santana do Livramento (projeto URB-AL Pampa); Paraná (projeto EULAWIN); Ponta Porã (projeto Linha Internacional); São Paulo e Rio de Janeiro (projeto INTEGRATION); e Rio Grande do Sul (projeto COCAP).

Pedalando até a Eólica - 5

Na região de Livramento e Rivera, o URB-AL Pampa recebeu um aporte de mais de 3 milhões de Euros. Aqui foi realizado, segundo este documento:

  1. Política de desenvolvimento econômico sustentável
  2. Política de proteção ambiental
  3. Política local de educação e proteção ambiental
  4. Política local para fortalecimento da economia local
  5. Política local para o fortalecimento e promoção do turismo e do património cultural
  6. Política local para o meio ambiente
  7. Política local para turismo
  8. Política para desenvolvimento da ovinocultura
  9. Política para desenvolvimento do turismo
  10. Política para desenvolvimento rural
  11. Política para saúde no campo
  12. Programa de apoio municipal para os produtores de frutas e verduras
  13. Programa de modernização agrícola municipal
  14. Programa municipal para desenvolvimento rural

Dos projetos, conheço apenas o do mapeamento dos pontos turísticos. Desses, visitei apenas a Usina Eólica e tenho vontade de visitar o Vale del Lunarejo, que está no Uruguai. 

É uma pena que esse projeto não tenha recebido uma ampla divulgação do governo municipal. Uma placa aqui e outra acolá não é suficiente. O site oficial do projeto URB-AL Pampa já não existe mais. Mas algumas referencias ao projeto ainda existem. Coloco aqui o que eu encontrei:

Aglomerados urbanos em área protegida: métodos para promover o desenvolvimento socioeconómico da população com a tutela da natureza

Texto 2/52 – Pedalando e realizando pequenos sonhos

Confesso que passei a semana toda pensando (e tentando) escrever esse texto sem focar nas vivências desta (ou da outra) semana. Mas é dificil, quando a gente está em férias e tentando ficar o mais longe possível do computador. Assim, contarei uma pequeno sonho que alcancei nessas férias.

Pedalando até a Eólica - 3

Desde que (re)comecei a pedalar, ir a Usina Eólica pedalando foi um pequeno sonho que desejei realizar. Todo mundo fica achando que pedalar grandes distancias é coisa de maluco, mas como diz a Rita Lee no hino dos malucos “…nós, os malucos, vamos lutar, pra nesse estado continuar…”. Então como bom maluco que sou parti no fim do dia 3/01/2014 em direção a Usina. Combinei com a Cássia para ir me buscar depois 1 hora e meia de saida, pois não sabia se teria sinal de telefone para avisar quando chegasse lá e nem pernas para voltar.

 

O caminho é relativamente curto (cerca de 22km), destes 17km são em asfalto e os outros 5km em estrada de terra. A BR 293 (que liga Livramento a Quarai) não tem muito movimento, o que por um lado é uma segurança para o ciclista. Essa estrada possui looongas (mas não ingremes) subidas, e eu com uns 125 kg somados a uma bicicleta pesada (e que tem um amortecedor no quadro pra roubar um pouco da energia da pedalada) fizeram com que encarase as subidas a velocidades entre 7 e 10km/h. Nas descidas esse peso todo ajudou em algo e cheguei a 55km/h (segundo o velocimetro da bicicleta). Calcule o nível de adrenalina no sangue o_O

Pedalando até a Eólica - 1

 

Pedalando até a Eólica - 9

Quando cheguei na Usina Eólica, o centro de atendimento ao turista já estava fechado. Só havia um segurança por lá. E como estava sem água e com sede, perguntei se era possível ele abrir o portão para pegar água. Ele abriu o portão e depois de pegar água fiquei conversando com ele enquanto a Cássia não chegava pra me levar pra casa. As fotos que fiz nas paradas durante o trajeto estão neste álbum do flickr.

Agradeço publicamente a Cássia e a Malu (os amores da minha vida) pela paciência e pela assistência. Sem o apoio de vocês nunca teria começado essa maluquice 🙂

 

Algumas informações do trajeto, que foi gravado pelo app Google Minhas Trilhas:

  • Tipo de atividade: ciclismo
  • Distância total: 21,17 km (13,2 milhas)
  • Tempo total: 1:50:43
  • Tempo de deslocamento: 1:28:43
  • Velocidade média: 11,47 km/h (7,1 milhas/h)
  • Velocidade média de deslocamento: 14,31 km/h (8,9 milhas/h)
  • Velocidade máx.: 53,33 km/h (33,1 milhas/h)
  • Ritmo médio: 5:14 min/km (8:25 min/mi)
  • Ritmo médio de deslocamento: 4:12 min/km (6:45 min/mi)
  • Ritmo mais rápido: 1:08 min/km (1:49 min/mi)
  • Elevação máx.: 332 m (1089 pés)
  • Elevação mín.: 188 m (617 pés)
  • Ganho de elevação: 335 m (1100 pés)
  • Grau máx.: 14 %
  • Grau mín.: -11 %

Pedalando até a Eólica - 10

Gráfico da altimetria (gerado pelo site http://www.gpsvisualizer.com).

Pedalando até a Eólica - Altimetria

Texto 1/52 – Um projeto louco mais louco que o #365Fotos

Em 2013, por inspiração do projeto #366Musicas do Nick Ellis fiz o #365Fotos, que com muito esforço e dedicação terminou dia 31/12/2013. Foi puxado, mas gratificante. Fiquei com o olho mais treinado para fazer boas fotos. Como essa era a meta, acho que consegui \o/


www.flickr.com

Ainda em 2013, notei que minhas habilidades em escrever estão fracas. Então para 2014, exercitarei esse lado. Como sei o que passei para fazer 1 foto por dia (e teve um dia que esqueci de fotografar), esse ano farei um texto por semana, o que me permitirá escrever uma parte do texto por dia e assim em 1 semana terei alguma coisa decente para apresentar.

Estou acertando comigo mesmo e deixando publicado aqui que:

  • Não escreverei textos demasiadamente chatos, longos, bestas (mas com um pouco de humor)
  • Não falarei sobre o mesmo assunto durante duas semanas
  • Não usarei esse espaço para colocar “coisas que eu fiz/faço/vi/etc” durante a semana
  • Terei idéias de texto por 52 semanas e assim não terei que usar “muletas” (como fiz algumas vezes no #365Fotos)

Esse é o texto 1. Vamos ver o que vai ser produzido em 2014.

#365Fotos. Um projeto muito louco – Parte 1

Desde o dia 1º de janeiro, me comprometi comigo mesmo de fazer e publicar uma foto por dia. Confesso que a tarefa não é das mais fáceis, dado que como esposo e pai tenho que dar atenção as meninas de casa. Então tem dias que a publicação falha. Mas a captação das imagens tem sido feita dia a dia. Com exceção de um 3/8/2013, dia que eu esqueci de fotografar (e que na hora de fazer a imagem tapa buraco, coloquei a data no formato MM/DD/AAAA). Como o ano está acabando, dá pra ir contando algumas coisas. Assim já vou me preparando para o projeto de 2014, o #52Textos (que será explicado na 1º semana de 2014).

No começo do ano, na praia, foi fácil fazer as fotos, mas foi igualmente complicado de publicar as imagens. Como estava embalado e não queria atrasar a publicação das imagens, me vi obrigado seguir essa “metodologia de trabalho”:

  1. Descarregar as fotos da câmera;
  2. Escolher a foto do dia e colocar marca d’água;
  3. Exportar;
  4. Enviar para o celular e dai publicar

O sinal 3G 2G 1/2G do celular não colaborava, dada a distância que estava da antena. Para conseguir navegar na internet, era preciso ficar em uma certa parte da frente da casa. Ou ir para o centro…

Para fazer as fotos, inicialmente, tinha a ideia de usar somente a HX1. Mas aí no meio do processo a câmera resolveu travar, tendo que ir para o conserto. E é claro que a câmera toda desmontada foi a Foto 038/365. Ai para continuar fotografando, tive que começar a usar outras câmeras, o que foi bom, pois assim tenho liberdade de fotografar usando o equipamento que estiver a mão (celular, point-and-shot, tablet, etc).

Quem quiser ver todas as fotos, abra o álbum #365Fotos no Flickr

Por enquanto é isso. Depois conto mais detalhes desse louco projeto 🙂